
Aconteceu na Nova Zelândia. Não, foi aqui mesmo, na Zona Sul de São Paulo. E claro, EU estava lá...
Um barzinho legal, que freqüento há anos. Bandas alternativas, de qualidade. Público seleto que sabe o que é bom. Quinta-feira, no pique de tomar a saideira, fomos lá... eu e uns amigos.
Era a noite do rock clássico e a vocalista mandava muito bem. Vozeirão, estilo Janis Joplin.
Na mesa, rolava aquele papo típico da filosofia cervejal: monogamia é possível? Viver de música é possível? Serra-malte é melhor que Original?
Enfim. E a banda mandando muito bem. Até que... a cover da Janis resolveu tirar a blusa no palco. Pensei: a mina deve estar com calor. Tudo bem mostrar o sutiã, que nem tinha nada demais. E meu amigo, que também é músico, me disse: “Nega, é a arte”.
Beleza. Virei mais um copo. Mais uma música e eis que a mina tirou as botas, tirou a calça – e ainda colocou as botas de volta. Imaginem a cover da Janis, de calcinha, sutiã e botas, num pico onde o público era predominantemente masculino e louco.
E meu amigo: “é arte, Nega. É arte”. Dei risada. Pô, eu mesma já cantei naquele palco e no máximo, um decotezinho p/ valorizar... Não sou moralista e muito menos um exemplo de conduta, mas sei lá. Achei desnecessário.
Pronto. Na nossa mesa se instalou um debate sobre aquela semi-nudez ser ou não artística, devida, feminista, ou simplesmente putaria (das boas). E antes de concluirmos o assunto, a pseudo-Janis tinha tirado tudo. TUDO. Menos as botas.
Pegou o microfone, olhou bem na nossa direção e disparou: “Pra quem tá chocado com a minha nudez, pq no teatro pode e na música não?”
Ok, razoável esse argumento. Bonito, até. Senti uma brisinha vindo lá de Bethel - EUA (onde rolou o Woodstock em 69).
Deu mais uma voltinha no palco, balançando os mamilos, antes de pegar o microfone de novo e completar: “E quer saber, durante cinco anos fui fiel a um filho-da-puta. CINCO ANOS CHUPANDO O MESMO PAU E NÃO ADIANTOU NADA. Então foda-se! Tiro a roupa mesmo”.
Nesse instante, a mulherada do bar aplaudiu de pé. No fundo, acho que faltou pouco p/ que todas ficassem nuas também... rsrsrsrsrs
Cara, eu presenciei mesmo isso? Se a moda pega, fudeu. Haja protesto. Vai ter muita mina andando só de meia por aí. Queimando até suas botas numa fogueira gigante no meio da praça da sé.
Caba não mundão!!!
Um barzinho legal, que freqüento há anos. Bandas alternativas, de qualidade. Público seleto que sabe o que é bom. Quinta-feira, no pique de tomar a saideira, fomos lá... eu e uns amigos.
Era a noite do rock clássico e a vocalista mandava muito bem. Vozeirão, estilo Janis Joplin.
Na mesa, rolava aquele papo típico da filosofia cervejal: monogamia é possível? Viver de música é possível? Serra-malte é melhor que Original?
Enfim. E a banda mandando muito bem. Até que... a cover da Janis resolveu tirar a blusa no palco. Pensei: a mina deve estar com calor. Tudo bem mostrar o sutiã, que nem tinha nada demais. E meu amigo, que também é músico, me disse: “Nega, é a arte”.
Beleza. Virei mais um copo. Mais uma música e eis que a mina tirou as botas, tirou a calça – e ainda colocou as botas de volta. Imaginem a cover da Janis, de calcinha, sutiã e botas, num pico onde o público era predominantemente masculino e louco.
E meu amigo: “é arte, Nega. É arte”. Dei risada. Pô, eu mesma já cantei naquele palco e no máximo, um decotezinho p/ valorizar... Não sou moralista e muito menos um exemplo de conduta, mas sei lá. Achei desnecessário.
Pronto. Na nossa mesa se instalou um debate sobre aquela semi-nudez ser ou não artística, devida, feminista, ou simplesmente putaria (das boas). E antes de concluirmos o assunto, a pseudo-Janis tinha tirado tudo. TUDO. Menos as botas.
Pegou o microfone, olhou bem na nossa direção e disparou: “Pra quem tá chocado com a minha nudez, pq no teatro pode e na música não?”
Ok, razoável esse argumento. Bonito, até. Senti uma brisinha vindo lá de Bethel - EUA (onde rolou o Woodstock em 69).
Deu mais uma voltinha no palco, balançando os mamilos, antes de pegar o microfone de novo e completar: “E quer saber, durante cinco anos fui fiel a um filho-da-puta. CINCO ANOS CHUPANDO O MESMO PAU E NÃO ADIANTOU NADA. Então foda-se! Tiro a roupa mesmo”.
Nesse instante, a mulherada do bar aplaudiu de pé. No fundo, acho que faltou pouco p/ que todas ficassem nuas também... rsrsrsrsrs
Cara, eu presenciei mesmo isso? Se a moda pega, fudeu. Haja protesto. Vai ter muita mina andando só de meia por aí. Queimando até suas botas numa fogueira gigante no meio da praça da sé.
Caba não mundão!!!
Barbie, atendendo ao seu pedido... tá aí, a história da Janis... rsrsrsrs
ResponderExcluirMeus amigos tão perguntando se aconteceu mesmo. SIM, ACONTECEU!!!
Cadê minhas testemunhas? Manifestem-se.
Huahauhuhauahuah
ResponderExcluirSou muito fã de Janis e tô passando mal de rir!!!!
Gente...
Não sei como (como vc disse) a mulherada lá de trás e o resto do povo não começo a dançar pelado, pular e rir...fazendo a linha Hair, sabe?!
Huahuahauahuahua
De qq forma valeu a apresentação da moça...
Vc tem que entender que ela passou por um trauma e precisa se libertar...
Mas aí...pelo menos ela cantava bem?
Hummm se tirar a roupa em publico `cura traumas` acho que vou me pelar tbem!!!(hahaha!!!)Sai mais barato que pagar terapia com certeza!!
ResponderExcluirrsrsr Ahh isto sempre alegra meu coraçãozinho loiro!!!!
ResponderExcluirSaber que existem moças tão loucas quanto ou mais ....
Adorei a parte Indignada da moça:: "..passei cinco anos chupando o mesmo pau, pra nada!!!..." RSrsrsrs
É amiguinha, desabafo de ex namorada é R@L@.
rsrsr
E concordo com a moça do Substantivo, quando ouvi a história de minha Nega, disparei a mesma coisa... Powwwww e o resto do povo, não tirou a roupa!???????
Se eu tô lá... já tirava tudo em protesto tb!
Coitada... onde já se viu..........
Cinco anos, gente!! Cinco anos a coitada com a boca ali... rsr.
TEm que ficar pelada de botas mesmo!!!!
CAntando Janis então é perfeito.
ISTO SIM é TERAPIA!!!!!
Adoreiiii!!
ResponderExcluirE eu tbm tiraria a roupa...ahahaahaha
Se a moda pega fudeu mesmo!!
Mais que é mais barato que terapia ahh isso é!!
Já somos 5, dá p/ montar uma banda e sair em turnê peladas por aí. (E o Don Juan lá do blog "A Culpa é Delas" pode ser o nosso rold, ou o empresário... rsrsrsrs).
ResponderExcluirE respondendo a pergunta da nossa terapeuta lá do "Atitude", sim, a mina cantava muito bem. E era bonita a danada.
Barbie: as nossas botas têm que ser LINDAS!!! Vc escolhe... rsrsrs
PS: Realmente, 5 anos chupando o mesmo cabra e depois não ter direito nem ao FGTS é triste. Bagunçado demais esse negócio. Vamos criar um órgão p/ regularizar? rsrsrsrs
Beijos!
RSRS porque ouvindo a história... na altura do ela tirou toda a roupa...e só ficou de botas... eu Disparei::::
ResponderExcluir_E as botas eram Bonitas!!!!!!
rsr ë meninas!!! Eu sou Barbie Passarela mesmo.
A Coitada da Janis lá com as "Parte" de fora... eu aquiii ... pensando na minha bota...rsrs.. Afffffffffffffffffffff
Chama o Síndico!!! Gente!!!
Meu Deus.
ResponderExcluirPara o mundo que eu quero descer, pelo menos naquela noite eu queria.
As vezes cheguei a pensar que era muita bebida, mais na real não era, a mina tava só de botas.
Mais também, do que adiantou ser fiel a 5 anos?
Lavava, passava, cozinhava, e dava pro mesmo cara. Pra que? No final, se folho. E foi la e usou do corpo pra virar arte!
Fez os caras levantarem e ficarem gritando GOSTOSA, GOSTOSA. Tudo bem ela era bonita mesmo! DOIDA, porém bonita e de botas.
Foi uma coisa louca, fomos surpreendidos rsrssrrs..e como fomos! Quem diria que aquela noite de bar e bar, de mpb a jazz, blue,rock..tudo terminaria numa dança sensual no palco, com uma mina de botas.
5 anos, e é fiel? Pago pra ver. Acho que isso não existe na prática..apenas na teoria.
Mina de atitude! Palmas pra ela.
Foi engraçado, pois a surpresa foi maior ainda. Desce outra xiboquinha e mais uma cerveja que agente vai debater e tentar entender tudo novamente....